Teatro de Santa Isabel recebe primeira edição do Festival Stravaganza Musicale
Convocando para uma volta ao mundo da música erudita do século 19 através de recitais de canto, flauta transversal e piano que destacam obras de compositores renomados, o Teatro de Santa Isabel abrirá suas prestigiosas cortinas para a primeira edição do Festival Stravaganza Musicale.
Foto: Divulgação/Hannah Carvalho
Idealizado e empreendido pelo pianista pernambucano Luis Felipe de Oliveira, músico premiado dentro e fora do país, o evento acontece nos dias 18 e 19 de março, trazendo consigo duas jovens musicistas, expoentes da cena pernambucana: Sabrina dos Santos, flautista convidada da Orquestra Sinfônica do Recife, e a mezzo-soprano Virginia Cavalcanti, solista em estreias mundiais de óperas e de repertório de concerto e de câmera.
Foto: Divulgação/Hannah Carvalho
Na noite de estreia, dia 18 de março, Virginia Cavalcanti e Luis Felipe Oliveira apresentam recital que celebra peças francesas, alemãs e brasileiras, com destaque para “Le travail du peintre”, de Francis Poulenc. Na segunda parte desta noite, a flautista Sabrina dos Santos interpretará, na companhia de Luis Felipe ao piano, obras francesas como “La flute de Pan”, de Julius Mouquet, que retrata a imagem sonora de uma figura da mitologia grega e suas relações com os pássaros, a natureza e os camponeses. Executarão ainda a importante peça brasileira “Sonata Op. 14”, de Leopoldo Miguez, originalmente escrita para violino e piano, e transcrita para flauta e piano pelos próprios intérpretes.
Foto: Divulgação/Hannah Carvalho
No dia 19, Luis Felipe apresenta recital de piano solo com composições que datam do classicismo europeu até os dias atuais em Pernambuco. O primeiro momento será dedicado a uma sonata vibrante de Beethoven, associada a uma seleção de obras mais reflexivas de Liszt, como “Harmonies du Soir” e a “Lenda nº 2: São Francisco de Paula caminhando sobre as ondas”. O gran finale da noite e do festival ficará por conta dos desafiadores 12 estudos de “Op. 10 de Chopin” e, não por acaso, de uma obra contemporânea e de dar orgulho: “Variações sobre o Hino de Pernambuco”, composto por Dierson Torres.







