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	<title>Arquivos Optogenética - Blog Ana Cláudia Thorpe</title>
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		<title>Cientistas descobrem procedimento cerebral menos invasivo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 13:51:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo um estudo recente feito por uma equipe da Universidade de Stanford em parceria com a Universidade de Minnesota, a tecnologia optogenética poderá ser usada sem precisar fazer procedimentos considerados invasivos nos pacientes. A tecnologia em questão é descrito como promissora, fruto de uma combinação da neurobiologia com engenharia básica. No futuro, usando-a, será possível inserir de forma artificial memórias, decifrar sinais cerebrais que levam a dor, reverter a repressão, desvendar o código neural que leva ao vício, substituir memórias ruins por felizes, e outras finalidades. Mas, para que tudo isso seja possível, é preciso fazer dois procedimentos: a terapia genética e cirurgia cerebral de implante de fibras óticas dentro do cérebro. A solução dos pesquisadores é exatamente essa, o desenvolvimento de uma forma menos invasiva do uso da optogenética que não exige cirurgias. Nos testes, o sistema emite uma luz através dos crânios dos ratos que penetram no fundo do cérebro e emitem pulsos de luz capazes de modificar as chances deles sofrerem convulsões, ou ainda reprogramando o cérebro para preferência de uma companhia social. A nova conquista permite que os cientistas deem os primeiros passos para implementação da tecnologia como terapia clínica, que funcione em humanos, podendo tratar problemas neurológicos como epilepsia e a depressão. Não há previsão de quando o uso da tecnologia se torne realidade.</p>
<p>O post <a href="https://anaclaudiathorpe.ne10.uol.com.br/2020/10/14/cientistas-descobrem-procedimento-cerebral-menos-invasivo/">Cientistas descobrem procedimento cerebral menos invasivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://anaclaudiathorpe.ne10.uol.com.br">Blog Ana Cláudia Thorpe</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo um estudo recente feito por uma equipe da Universidade de Stanford em parceria com a Universidade de Minnesota, a tecnologia optogenética poderá ser usada sem precisar fazer procedimentos considerados invasivos nos pacientes. A tecnologia em questão é descrito como promissora, fruto de uma combinação da neurobiologia com engenharia básica.</p>
<p>No futuro, usando-a, será possível inserir de forma artificial memórias, decifrar sinais cerebrais que levam a dor, reverter a repressão, desvendar o código neural que leva ao vício, substituir memórias ruins por felizes, e outras finalidades. Mas, para que tudo isso seja possível, é preciso fazer dois procedimentos: a terapia genética e cirurgia cerebral de implante de fibras óticas dentro do cérebro. A solução dos pesquisadores é exatamente essa, o desenvolvimento de uma forma menos invasiva do uso da optogenética que não exige cirurgias.</p>
<p>Nos testes, o sistema emite uma luz através dos crânios dos ratos que penetram no fundo do cérebro e emitem pulsos de luz capazes de modificar as chances deles sofrerem convulsões, ou ainda reprogramando o cérebro para preferência de uma companhia social.</p>
<p>A nova conquista permite que os cientistas deem os primeiros passos para implementação da tecnologia como terapia clínica, que funcione em humanos, podendo tratar problemas neurológicos como epilepsia e a depressão. Não há previsão de quando o uso da tecnologia se torne realidade.</p>
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