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A americana Roku chega ao Brasil para acirrar a disputa do streaming
Se o mercado brasileiro de streaming, disputado por grandes empresas nacionais e internacionais já estava acirrado, agora, com a americana Roku, principal plataforma desse segmento nos Estados Unidos, a disputa ficará mais interessante. A Roku estreou no Brasil, na última terça (21). A proposta da empresa é de oferecer um serviço streaming mais acessível aos consumidores, ampliando a concorrência no mercado de dispositivos de conteúdo para filmes e séries on demand, liderado pelas rivais Chromecast e Apple TV. Plataformas com as smarts TVs são as principais fontes de acesso para Netflix e Amazon Prime, por exemplo. Para se destacar nas vantagens apreciadas pelo consumidor brasileiro, a Roku vai oferecer conteúdo…
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Netflix se torna maior serviço de vídeo online
Um estudo da consultoria especializada em mídia, eMarketer, aponta que, nos Estados Unidos, a Netflix já ultrapassou o YouTube como plataforma de streaming que os adultos passam mais tempo assistindo por dia. Os adultos nos EUA gastaram em 2018 cerca de 23 minutos por dia assistindo a conteúdos na Netflix, em comparação a 22 minutos no YouTube. Já em 2019, a previsão da eMarketer é de que os estadunidenses gastem 27 minutos diários na Netflix e 23 no YouTube. Ainda de acordo com o estudo, na Netflix os estadunidenses gastam 27% de seu tempo assistindo a vídeos online, enquanto o YouTube corresponde por 23,4% do tempo, segundo as estimativas para…
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Em 2020, Netflix vai investir R$ 350 milhões em produções brasileiras
Apostando no público brasileiro, o serviço de streaming Netflix vai investir R$ 350 milhões em produções originais brasileiras ao longo de 2020. Um dos objetivos da empresa é gerar cerca de 40 mil empregos no país. O investimento será feito em novas séries e temporadas de títulos já existentes, assim como, filmes e documentários, chegando a marca de 30 produções entre 2019 e 2020. De acordo com o diretor global de produto da empresa, Greg Peters, as produções brasileiras são um negócio doméstico e o serviço de streaming está tentando mudar a forma de como o entretenimento é produzido no Brasil.
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Brasil e China discutem criação da “Netflix dos Brics”
Com o intuito de ampliar coproduções entre Brasil e China, os governos estão discutindo a criação de dois serviços de streaming: um canal de produções feitas nos países do Brics (Brasil, Índia, China e África do Sul) e outro apenas de vídeos brasileiros e chineses. De acordo com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, o objetivo é estimular co-produções de Brasil e China, atraindo capital chinês para o cinema brasileiro, além de alimentar um mercado de 600 milhões de chineses que assistem vídeos sob demanda. Apesar da pauta está em fase inicial de discussões, espera-se que as produções possam ser financiadas pelo banco do bloco.